segunda-feira, 22 de março de 2010

Total: 16.389 km e 47 dias.

E esse foi o total da viagem.

Foi uma viagem realmente maravilhosa, da qual vamos nos lembrar para sempre.


Obrigada a todos que nos apoiaram e acompanharam nossa jornada através do blog!!!

Até a próxima ;)

sábado, 20 de março de 2010

47o.dia - Irati -> São Paulo (592 km)

Aproveitamos o horário inusitado de check-out do hotel, que era meio-dia, para dormir até mais tarde. Almoçamos e colocamos o pé na estrada por volta das 13 horas. O retorno foi tranqüilo a maior parte do tempo, mas com bastante chuva após Curitiba, o que atrasou um pouco a viagem. Chegamos em São Paulo, nosso ponto de origem, por volta das 23 hs.

sexta-feira, 19 de março de 2010

46o dia - Foz do Iguaçu (Cataratas e Ciudad del Este) -> Irati - (485 km)

Acordamos cedo, tomamos um bom café da manhã brasileiro no hotel (adeus media-lunas e torradas, rs) e resolvemos dar uma passada no Paraguai, só para ver como é. A recepcionista do hotel nos orientou e a ir de circular, pois a pé seria perigoso por causa de assaltos na Ponte da Amizade.

Seguimos o conselho dela e fomos de circular, deixando o carro no hotel. A travessia da Ponte da Amizade é bastante movimentada, cheia de pedestres, carros, ônibus, e muitas, muitas motos. Uma pequena confusão. Na saída do Brasil e na entrada no Paraguai nada foi verificado.
Descemos no primeiro ponto de ônibus e demos uma voltinha. Entramos em algumas ruelas cheias de camelôs. Era muito abafado e lotado de gente circulando, pior que a 25 de março em véspera de Natal. Os vendedores ficam nos abordando vendendo de tudo, desde pen-drive até calcinhas e cuecas. Entramos em uma galeria e pesquisamos alguns preços, e nada parecia muito confiável.
Enfim, como fomos apenas para ver como era, ficamos por aproximadamente 1 hora e já pegamos o circular de volta. Na volta entrou uma agente da aduana brasileira no ônibus verificando as sacolas das pessoas.

Almoçamos com um certo alívio, pegamos o carro no hotel com as nossas coisas e fomos até as Cataratas.

Muitas pessoas comentaram que o lado argentino é mais bonito que o brasileiro, mas eu acho que o lado brasileiro completa o lado argentino, pois é possível ter uma visão mais panorâmica das Cataratas.


Fizemos a trilha das Cataratas e fomos até o galpão de onde é possível ver a Garganta do Diabo, realmente impressionante. A "fumaça" de água que sai dali realmente merece o nome.




E essa foi a última atração da viagem.

Saímos do parque por volta das 16 hs e colocamos o pé na estrada, para adiantar a volta para casa.
Paramos para dormir em Irati, ainda no Paraná, por volta da 1 da manhã.

quinta-feira, 18 de março de 2010

45o. dia - Posadas -> Parque Nacional Iguazu (Argentina) -> Foz do Iguaçu (Brasil) - (335 km)

Acordamos por volta das 8 da manhã e ás 9 hs já estávamos na estrada. O objetivo era ver a parte argentina das Cataratas pela tarde, e seguir para Foz do Iguaçu, já dormindo no Brasil naquele dia.
O plano deu certo. Chegamos no Parque Nacional do Iguazu por volta das 13 hs, almoçamos dentro do Parque, e resolvemos comprar o passeio "Gran Aventura", que faria um "safari" até um porto do rio, e dali partiríamos para uma ducha nas cataratas (lado argentino).


O "safari" não tinha nada demais, não deu para ver nenhum bicho. O passeio de barco foi o mais divertido, pois o barco entrava quase embaixo das quedas de água, que são realmente altas e com um volume enorme de água. Realmente impressionante.


Após a ducha, saímos ensopados e percorremos as trilhas inferiores e superiores, de onde é possível ter um panorama diferente das cataratas, bem próximo das quedas d'água. Havia um arco-íris de todos os ângulos que olhamos, e muitas, muitas borboletas. Tudo muito bonito.



Nas trilhas conseguimos ver esse bichinho da região, o qual eu esqueci o nome, rs:



Não conseguimos ver a Garganta do Diabo, pois já estava muito tarde e o parque ia fechar. Então deixamos para ver essa parte do lado do Brasil, e seguimos rumo a Foz.

A imigração/aduana aqui foi muito simples. Para sair da Argentina nem precisamos sair do carro, apenas entregamos os documentos em uma cabine. Para entrar no Brasil, nem sequer tivemos que parar o carro, não verificaram absolutamente nada.

Já em Foz, acabamos achando um hotel com a ajuda de um guia que nos abordou no semáforo da entrada da cidade. Jantamos, felizes por finalmente comer uma boa comida brasileira.

quarta-feira, 17 de março de 2010

44o. dia - Arroyito -> Posadas (1007 km)

Hoje batemos o record de rodagem em um dia. Para compensar o tempo que perdemos no dia anterior, levantamos cedo e as 9 já estávamos com o pé na estrada. Queríamos chegar até Puerto Iguazu, mas não foi possível. Conseguimos chegar em Posadas, uma cidade a 200 km da fronteira com o Brasil, por volta das 10 da noite. Foi um dia cansativo, mas deu uma boa adiantada no nosso retorno.

Ouvimos muitos comentários sobre policiais rodoviários corruptos nessa região da Argentina (Corrientes e Missiones), mas não tivemos qualquer problema. E os policiais rodoviários paravam bem menos que nas outras províncias.

terça-feira, 16 de março de 2010

43o. dia - Mendoza -> Arroyito (840 km)

Nesse dia caímos em mais um "caminho alternativo" do GPS, mas esse foi totalmente furado. Quando traçamos a rota de Mendoza até Córdoba, o GPS nos indicou um caminho ao norte, continuando pela Ruta 40 e fazendo alguns outros caminhos por rutas provinciais. Porém, quando já havíamos rodado um bocado, percebemos que havia um caminho bem melhor pelo sul, com rodovias duplicadas. Mas decidimos continuar, e acabamos demorando muito. Saímos de Mendoza cedo, por volta das 8 da manhã, e chegamos em Córdoba as 8 da noite. Decidimos continuar mais um pouco, e acabamos chegando em Arroyito, uma pequena cidade no caminho entre Santa Fé e Córdoba. Foi onde jantamos e dormimos, para encarar mais um dia de estrada.
Depois dessa, nossa confiança no GPS nunca mais foi a mesma...

segunda-feira, 15 de março de 2010

42o. dia - Puente del Inca (Aconcágua) -> Mendoza (200 km)

Acordamos cedinho e fomos para o Parque Provincial Aconcágua, e dessa vez entramos. :)
No parque existe uma pequena trilha de 1 km, aproximadamente, até um mirador do pico Aconcágua. O Aconcágua é o pico mais alto das Américas, tem 6952 m de altitude. 



O local onde estávamos tinha aproximadamente 3.000 metros de altitude, e dava para sentir um pouco os efeitos dessa altura na respiração. Teve até um momento que tive uma leve tontura.


Não há muito para ver além do Mirador para quem está só de passagem. O Mirador fica a uma distância de 25 km da base do Aconcágua, por isso olhando de onde estávamos ele não parecia tão alto assim... mas era uma paisagem muito bonita de se ver em meio a alguns lagos.


Deixamos o parque por volta das 11 hs e começamos a voltar para Mendoza, agora pela Ruta correta. Paramos em Uspatalla para o almoço, e no caminho de volta pela Ruta 7 é possível observar um lago maravilhoso em meio a uma paisagem que lembra um deserto:


Um pouco antes de Mendoza começamos a avistar as vinícolas, e resolvemos passar em alguma bodega. Paramos para pedir informação em uma delas, que nos disse que a próxima visitação era somente as 16:30 (ainda eram 14:30), mas que tinha uma visita na bodega do lado ás 15:30, e foi essa que nós pegamos.

O nome da bodega era a Finca Decerro, de donos suiços. Um guia muito simpático nos mostrou o ciclo de formação do vinho desde a colheita e separação das uvas, até seu armazenamento nos barris. A visita terminou com a degustação de 3 tipos dos vinhos, e a compra de algumas garrafas. Durante o passeio conhecemos um brasileiro que estava no mesmo grupo que nós, o Mauricio, que até já passou aqui no blog para dar um oi (Oi Mauricio, obrigada pela visita !!).



Após, voltamos para o hotel,  saímos para comprar alguns souvenirs, jantamos, e fomos dormir cedo para no dia seguinte começar a jornada de volta até Foz do Iguaçu, a próxima atração da viagem.